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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Nosso trabalho nunca será em vão


2 Reis 8.1 a 6: “E falou Eliseu àquela mulher cujo filho ele ressuscitara, dizendo: Levanta-te e vai, tu e a tua família, e peregrina onde puderes peregrinar; porque o Senhor chamou a fome, a qual também virá à terra por sete anos. E levantou-se a mulher, e fez conforme a palavra do homem de Deus; porque foi ela com a sua família, e peregrinou na terra dos filisteus sete anos.

E sucedeu que, ao fim dos sete anos, a mulher voltou da terra dos filisteus, e saiu a clamar ao rei pela sua casa e pelas suas terras. Ora o rei falava a Geazi, servo do homem de Deus, dizendo: Conta-me, peço-te, todas as grandes obras que Eliseu tem feito. E sucedeu que, contando ele ao rei como ressuscitara a um morto, eis que a mulher cujo filho ressuscitara clamou ao rei pela sua casa e pelas suas terras.

Então disse Geazi: Ó rei meu senhor, esta é a mulher, e este o seu filho a quem Eliseu ressuscitou. E o rei perguntou à mulher, e ela lho contou. Então o rei lhe deu um oficial, dizendo: Faze-lhe restituir tudo quanto era seu, e todas as rendas das terras desde o dia em que deixou a terra até agora.”

Há coisas que são bem difíceis de entender... Como é que a gente, obedecendo ao profeta, acaba no fim perdendo tudo? Bem, foi exatamente o que aconteceu com a mulher sunamita.

No livro de 2 Reis 4, encontramos parte de sua história, e podemos perceber que ela era uma mulher muito rica, uma supridora da obra de Deus e também do profeta do Senhor. Enfim, era uma mulher temente a Deus, que teve sua vida marcada por milagres e saiu deixando tudo o que tinha, em obediência à Palavra liberada por Eliseu.

Quem falhou? Pelo que está escrito na Bíblia, não foi ela. Será que foi Deus? Jamais! Então, foi o profeta? Muito menos! Na verdade, ninguém errou!

A dificuldade que ela passou em uma terra estranha, por obediência ao profeta, e pagando um alto preço não foi nada perto da fome e da necessidade que ela viveria, se não tivesse obedecido.

Sua fidelidade a Deus e sua submissão à autoridade espiritual que o Senhor designou sobre sua vida a fizeram não só ser restituída de tudo o que tinha, como também de tudo o que deixou de ganhar nos sete anos em que esteve fora.

Quando temos uma história com Deus, nosso trabalho nunca será em vão! Se você, apesar de ser fiel, dizimista e ofertante, está passando por dificuldades financeiras ou, simplesmente, perdeu tudo, é necessário:

1-Manter-se firme, fiel a Deus e às autoridades que Ele constituiu sobre sua vida e jamais murmurar, como fez o povo no deserto, trazendo sobre si o exterminador (2 Coríntios 10.10).

2-Rever suas atitudes, seus posicionamentos e como você tem administrado o que Deus tem te dado (2 Reis 4.13; 8.3 a 6).

No primeiro momento, a mulher sunamita disse que não precisava de nenhuma interferência por parte do rei. Ela tinha a vida financeira tão estável que se dava ao luxo de dispensar a ajuda dos outros. Mas, ao perder tudo, pode perceber como é importante gerar bons relacionamentos para seus negócios.

Talvez, você precise deixar de ser arrogante! 

Principalmente, se você não aceita nenhum princípio de gestão. Chegou a hora de pedir sabedoria ao Senhor, para que Ele também dê testemunho de sua fidelidade e te abra portas sobrenaturais.

Há tempo de ganhar, há tempo de perder, mas, em todo o tempo, o Senhor permanece o mesmo. Ele é abençoador, amoroso e fiel!


Pense nisso!