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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A soberania de Daniel

Olá, tudo bem? Nós estamos fazendo o Jejum de Daniel, desde o dia 13 de janeiro! São 21 dias de consagração. Você pode começar agora mesmo! Jejuar com a igreja é uma grande benção.

Hoje, eu quero falar um pouco do contexto de Daniel, no período em que ele decidiu fazer o jejum. Daniel era de família nobre. Ele e outros jovens foram levados para a Babilônia, para servir o reino.

O local já havia passado por vários imperadores e fortes governantes. Por conta disso, era um ambiente de muita intranquilidade, porque os maiorais, simplesmente, caiam do dia para a noite. Foi o caso de Nabucodonosor, Nabonido, Belsazar, Dario e o próprio Ciro.

Em meio a essa loucura, qual era a segurança de Daniel? Sua comunhão com Deus!

Cada um destes imperadores passou, mas Daniel permaneceu e presidiu sobre a Babilônia em todos estes impérios. O que é uma coisa muito incomum.

Quando duas empresas se fundem, a que domina, que é a que comprou a companhia que estava mais defasada, acaba demitindo os novos colegas de trabalho, principalmente aqueles que estão em cargos de confiança. Raramente, alguém se salva. A empresa “dominante” já vem com o seu staff e impõem um novo ritmo.

Daniel conseguir manter um cargo de confiança durante muitos impérios. Quais eram seus diferenciais? Sabedoria e comunhão com Deus! Essas duas marcas o cobriram de honra, império atrás de império.

Neste cenário de perturbação, Daniel teve uma visão, um sonho, um pressentimento... que ele sabia que vinha de Deus, mas não tinha a revelação.

O que seria agora? Cova dos leões? O que seria agora? Fornalha de fogo ardente? O que seria agora? Um rei que teve um sonho e queria que alguém o revelasse? O que poderia vir agora?

Então, ele pegou essa perturbação, essa incerteza, e se absteve dos manjares do reino, de comidas consagradas, daquilo que poderia trazer qualquer tipo de prazer e buscou a Deus.

Ele sabia que somente o Senhor poderia protegê-lo de tudo. Sabe de uma coisa? O problema não é o problema em si! O problema é o que se passa no nosso campo de batalha, ou seja, nossa mente: temores, traumas, loucuras e, até mesmo, aquilo que o problema nos faz enxergar de mal.

Daniel não se conformou com isso e se valeu da arma espiritual do jejum. E é isso que nós estamos fazendo. Nós estamos consagrando todos os tipos de doce e todos os tipos de carne. Estamos fazendo refeições à base de alimentos naturais. Nós também estamos nos abstendo de tudo aquilo que pode no distrair e roubar o nosso tempo! É menos de tudo e mais de Deus! É menos de tudo e mais igreja, mais louvor, mais adoração, mais oração, mais consagração, mais Palavra de Deus...

A nossa solução está naquele que é caminho, verdade e vida: Jesus Cristo!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Sete aspectos importantes sobre o jejum

Hoje, eu separei um tempinho para falar com vocês sobre jejum! Na Igreja Renascer em Cristo, estamos fazendo o Jejum de Daniel. Estamos consagrando, durante 21 dias, todos os tipos de carne e todos os tipos de doce!

É claro que jejuar envolve muito mais do que se abster de algo. É um período de oração, de santificação e de buscarmos mais ao Senhor!

Muitas pessoas têm me perguntado sobre a importância do jejum. Eu separei alguns aspectos que a Bíblia nos mostra.

1º) Jejum é uma arma espiritual

Daniel 10:1 a 3 e 12 a 14 “No terceiro ano de Ciro, rei da Pérsia, foi revelada uma palavra a Daniel, cujo nome é Beltessazar; a palavra era verdadeira e envolvia grande conflito; ele entendeu a palavra e teve a inteligência da visão. Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que passaram as três semanas inteiras. Então, me disse: 

Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim. Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; porém Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu obtive vitória sobre os reis da Pérsia. Agora, vim para fazer-te entender o que há de suceder ao teu povo nos últimos dias; porque a visão se refere a dias ainda distantes”

O jejum de Daniel o livrou de todos os tormentos e lhe trouxe revelação.

2º) O jejum é usado para buscamos maior intimidade com Deus

3º) Jejuamos para nos purificar e nos santificar

4º )Através do jejum, mostramos nossa dependência de Deus

2 Crônicas 20:3 “Então Jeosafá teve medo, e pôs-se a buscar ao Senhor, e apregoou jejum em todo o Judá.”

Esdras 8:21 “Então proclamei um jejum ali junto ao rio Ava, para nos humilharmos diante do nosso Deus, a fim de lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos pequeninos, e para toda a nossa fazenda.”

5º) O jejum não deve ser usado para causarmos uma boa impressão aos outros

Mateus 6:17-18 “Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, para não mostrar aos homens que estás jejuando, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.”

Nesta passagem, fica claro que o jejum traz recompensa aos que o praticam! Mas essa não pode ser a nossa motivação! O jejum é uma oferta de amor!

No caso do Daniel, vemos que ele ficou mais forte e recebeu revelações profundas.

6º) Devemos buscar fazer o jejum que agrada ao Senhor

Isaias 58:3 a 14 “dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos a nossa alma, e tu não o levas em conta? Eis que, no dia em que jejuais, cuidais dos vossos próprios interesses e exigis que se faça todo o vosso trabalho. Eis que jejuais para contendas e rixas e para ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto.

Seria este o jejum que escolhi, que o homem um dia aflija a sua alma, incline a sua cabeça como o junco e estenda debaixo de si pano de saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aceitável ao Senhor? Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo? Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante?

Então, romperá a tua luz como a alva, a tua cura brotará sem detença, a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do Senhor será a tua retaguarda; então, clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás por socorro, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o dedo que ameaça, o falar injurioso; se abrires a tua alma ao faminto e fartares a alma aflita, então, a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.

Senhor te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado e como um manancial cujas águas jamais faltam. Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável. Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse."

7º) As bênçãos descritas no livro de Isaías

1- Romperá a tua luz como a alva;

2- A tua cura brotará sem detença;

3- A tua justiça irá adiante de ti;

4- E a Glória do Senhor será a tua retaguarda;

5- Então clamarás e o Senhor te responderá;

6- Gritarás por socorro e o Senhor dirá: Eis-me aqui;

7- A tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia;

8- O Senhor te guiará continuamente;

9- Fartará a tua alma até em lugares áridos;

10- Fortificará os teus ossos, serás como um jardim regado e como um manancial cujas águas jamais faltam;

11- Os teus filhos edificarão antigas ruínas;

12 Levantarás os fundamentos de muitas gerações;

13- Serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável;

14- Então, te deleitarás no Senhor: Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.

Pense nisso!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Deus não nos deixou órfãs

Hoje, eu quero falar com vocês sobre “filiação”. Vamos começar nosso estudo meditando em Ester 2: 5 a 7 “Ora, na cidadela de Susã havia certo homem judeu, benjamita, chamado Mordecai, filho de Jair, filho de Simei, filho de Quis, que fora transportado de Jerusalém com os exilados que foram deportados com Jeconias, rei de Judá, a quem Nabucodonosor, rei da Babilônia, havia transportado. 

Ele criara a Hadassa, que é Ester, filha de seu tio, a qual não tinha pai nem mãe; e era jovem bela, de boa aparência e formosura. Tendo-lhe morrido o pai e a mãe, Mordecai a tomara por filha.”.

Nós mulheres, muitas vezes, achamos que só um grande amor poderá resolver os nossos problemas.

Muitas acham que só serão completas se tiverem um namorado ou um marido e, consequentemente, acabam colocando grandes expectativas em um relacionamento.

Ester era órfã de pai e de mãe, nasceu escrava... Meu Deus! Eu fico imaginando como uma pessoa suporta tudo isso? Como alguém, nestas condições, pode ter alguma perspectiva de futuro? Mas a provisão divina estava sobre ela e trouxe, em primeiro lugar, um pai! Um pai para dar-lhe uma identidade! Um pai para firmá-la nos ensinamentos da Palavra de Deus! Um pai para instruí-la e, principalmente, dar conselhos para que ela conseguisse escrever uma linda história de amor.

Quem era esse pai? Mordecai, tio de Ester!

Naquela época, houve um concurso de beleza para eleger a futura rainha, pois a primeira havia enlouquecido! Para aquela disputa, foram convocadas mulheres bonitas e virgens, assim como Ester!

Mordecai a levou para esse concurso, ou seja, colocou Ester na rota do reinado. Ele a ensinou princípios básicos de comportamento e deixou um conselho: Não diga a ninguém que você é judia! Guarde isto como um segredo.

Qual era o propósito de Mordecai? Mostrar para Ester um caminho, e este caminho a levou para a posição de rainha! Da mesma forma, Deus, nosso Pai Celestial, faz conosco! Ele nos deu um caminho, e esse caminho é Jesus Cristo! Quem faz da palavra de Deus o seu caminho não se perde!

Talvez você não entenda por que é importante orar, ir à igreja, jejuar... mas a fé no Pai das luzes faz com que você veja, no futuro, o quanto foi bom assumi-lo como pai!

O Deus Todo-Poderoso, o Pai Celestial, o Deus vivo... também provê “pais espirituais”, como proveu para Ester!

Então, de repente, seu pai carnal não está ao seu lado ou, simplesmente, não é um exemplo de conduta e de caráter... De repente, sua mãe carnal é uma pessoa limitada... Mas o nosso Pai Celestial é ilimitado e invencível! Ele coloca pessoas no nosso caminho para nos direcionar! É o caso dos nossos líderes espirituais! Nós, por exemplo, temos o Apóstolo Estevam!

A filiação espiritual nos dá uma identidade e capacidade para superarmos qualquer desafio. Imagine a situação de Ester!?Entre todas as mulheres que foram recolhidas em todo o reino, somente uma seria a escolhida! Sabe o que acontecia com as outras? Elas nunca mais poderiam casar com outro homem! Era praticamente uma sentença de morte! Elas pertenciam ao rei, mas jamais poderiam reinar ao seu lado!

Mas, por que Ester assumiu Mordecai como seu “pai espiritual”, ela conquistou, de forma limpa e honesta, o reinado. Depois que Ester assumiu essa filiação, ela encontrou favor diante de todos. 

Os propósitos de Deus são maiores

Depois de um tempo, o povo de Ester recebeu uma sentença de morte. O primeiro ministro, que era amicíssimo do rei, criou uma lei para aniquilar os judeus, sem ao menos ter conhecimento da origem de Ester.

Ao saber da notícia, Mordecai a procurou e disse que havia chegado o momento dela se revelar e lutar pelo seu povo. Antes de seguir com o plano, Ester se valeu das armas espirituais. Só buscou o rei depois que jejuou!

Ao ser submissa à direção de seu pai espiritual, Ester não só se livrou da sentença de morte como também salvou seu casamento, que estava a ponto de desabar, já que fazia um mês que o rei não a procurava!

Quando você tem a palavra do seu “pai espiritual”, você tem direção, exortação, conselho, consolo, amor e segurança! Talvez, você não tenha recebido nada disso dos seus pais carnais, assim como Ester, mas sabe de uma coisa? Ester nunca se sentiu descompensada e nunca se sentiu inferior a ninguém... Antes mesmo de assumir o reinado, ela já reinava! Era soberana e se alegrava com aquilo que o Senhor tinha para oferecer! Ester sabia que era o suficiente para ela ser uma mulher feliz, realizada e abençoadora!

Se você está se sentindo abandonada, sozinha, desprotegida, não se esqueça que o nosso Pai Celestial enviou Jesus Cristo, Seu único filho, para ser o nosso caminho e levantou, aqui na terra, homens e mulheres para trazerem uma palavra profética e nos enviar para um tempo de vitórias.

Quero terminar o recadinho de hoje com Salmo 27: 10 a sua oração: “Ainda que meu pai e minha mãe me abandonem, o SENHOR me acolherá.”.



Pense nisso!