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Fé é atitude!

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2 Reis 4.38 a 44: “Voltou Eliseu para Gilgal. Havia fome naquela terra, e, estando os discípulos dos profetas assentados diante dele, disse ao seu moço: Põe a panela grande ao lume e faze um cozinhado para os discípulos dos profetas. Então, saiu um ao campo a apanhar ervas e achou uma trepadeira silvestre; e, colhendo dela, encheu a sua capa de colocíntidas; voltou e cortou-as em pedaços, pondo-os na panela, visto que não as conheciam. Depois, deram de comer aos homens. Enquanto comiam do cozinhado, exclamaram: Morte na panela, ó homem de Deus! E não puderam comer. Porém ele disse: Trazei farinha. Ele a deitou na panela e disse: Tira de comer para o povo. E já não havia mal nenhum na panela. Veio um homem de Baal-Salisa e trouxe ao homem de Deus pães das primícias, vinte pães de cevada, e espigas verdes no seu alforje. Disse Eliseu: Dá ao povo para que coma. Porém seu servo lhe disse: Como hei de eu pôr isto diante de cem homens? Ele tornou a dizer: Dá-o ao povo, para

Cuidado com suas carências!

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Hoje, eu quero falar sobre um dos grandes males do século 21, a ansiedade! Ela está intimamente ligada às nossas carências e ao nosso desejo de correspondê-las o mais rápido possível. A resultante disso é a precipitação.  Quantas vezes, por conta de um desejo momentâneo, perdemos o que nos faria realizados para sempre? Na Bíblia, está escrito que não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado!  Por medo de ficarem sozinhas, quantas mulheres acabam se relacionando com o homem errado? São submetidas à violência, ao jugo desigual, porque esperar no Senhor é muito pesado! Não é pior viver com o seu maior inimigo? Hoje, eu quero dar um exemplo clássico de como a carência pode comprometer o futuro: Esaú e Jacó. A história destes dois irmãos está em  Gênesis . Mas vamos meditar, hoje, no  capítulo 25, do versículo 27 a 34 : “Cresceram os meninos. Esaú saiu perito caçador, homem do campo; Jacó, porém, homem pacato, habitava em tendas. Isaque amava a Esaú (pai), p

O valor que a vida merece!

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Salmo 103.1 e 2: "Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao teu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só dos seus benefícios." Eu não sei por que eu fui escolhida para ter o privilégio de valorizar cada dia de vida! Há anos, de uma forma especial, eu sei o que é ter um dia de vida com quem amo! Eu sei o que é, nesse dia, escutar a voz, abraçar e poder ser melhor para quem eu amo! Pra vocês entenderem essa sensação, vou dividir um fato que aconteceu comigo! Certo dia, minha filha, Bispa Fernanda, me chamou para assistir um filme. Ela sabia que eu ia amar! Nele, o personagem principal entrava em um guarda-roupa e poderia voltar no tempo, para viver de forma diferente os dias que ele errou. Este era um privilégio que só os homens da família tinham. No final do filme, o garoto viu que o pai estava para morrer de câncer e, então, entendeu por que ele tinha parado de trabalhar, quando completou 50 an

Medo? Nunca mais!

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Salmo 56 3, 4 e 9 “Em me vindo o temor, hei de confiar em Ti. Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal? No dia em que eu te invocar, baterão em retirada os meus inimigos; bem sei isto: que Deus é por mim.” Sabe, muitas vezes, você já começa o dia apavorado. Realmente, estamos vivendo tempos difíceis. O medo se faz presente, não só da violência, mas das loucuras que pairam na sociedade. Pode ser o medo de perder o emprego, medo de ser mal compreendido, medo de ficar sozinho... O medo foi o primeiro sentimento que veio do inferno para atacar o homem. É isso mesmo! O medo tem origem espiritual. Em  2 Timóteo , está escrito que Deus não nos dá espírito de medo, mas de amor, moderação e poder. Se o medo é um espírito maligno, temos que lidar com ele espiritualmente. Quando vier aquela angustia, aquela insegurança, aquela incerteza, dobre o seus joelhos e pratique o que está escrito no Salmo que acaba

Aprendendo a contar os dias...

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Salmo 90.12: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos um coração sábio.” . Sabe, eu tenho uma história com essa passagem. Essa Palavra está na música “Ensina-me”, do Renascer Praise 6. Eu já falei sobre isso em outros Pensamentos, mas, hoje, vou colocar um trecho da letra para vocês. É uma linda oração: Ensina-me a entregar os meus caminhos, em tuas fortes mãos e, simplesmente, nelas descansar. Ensina-me que o teu amor, teu amor, Senhor nunca falhará, insistirá em me fazer feliz. E se eu cair, não resistir e até desanimado me prostrar. Sentirei teu braço forte, ouvirei tua voz de amor. Teu Espírito me faz ressuscitar. Ensina-me que tudo coopera para o meu bem, Ensina-me, ensina-me, ensina-me a viver.   Certo dia, eu disse para uma pessoa: “Eu não sei o que você está fazendo da tua vida, mas eu sei o que eu fiz da minha! Eu sei para onde eu a dirigi e a quem eu busquei! Por isso, nós temos forças para ficar em pé!”. Existem pesso

Não fuja, supere!

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Lucas 24. 45 a 49: “Então, lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras; e lhes disse: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas. Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder.” Jesus estava explicando aos seus discípulos que já estava registrado, nas Escrituras Sagradas, a missão que Deus tinha para Ele na terra: padecer e, ao terceiro dia, ressuscitar dentre os mortos. Naquele momento, eles foram libertos da dor, das frustrações, do sentimento de abandono e da incompreensão relacionada aos planos superiores do Senhor. Eles foram consolados e iluminados em seu entendimento. Eles perceberam que Jesus estava cumprindo a revelação dada aos profetas e, acima de tudo, cumprindo a vonta

A entrega de Ana

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1 Samuel 1.1 a 5, 9 e 10 “Houve um homem de Ramataim-Zofim, da região montanhosa de Efraim, cujo nome era Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliú, filho de Toú, filho de Zufe, efraimita. Tinha ele duas mulheres: uma se chamava Ana, e a outra, Penina; Penina tinha filhos; Ana, porém, não os tinha. Este homem subia da sua cidade de ano em ano a adorar e a sacrificar ao Senhor dos Exércitos, em Siló. Estavam ali os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, como sacerdotes do Senhor. No dia em que Elcana oferecia o seu sacrifício, dava ele porções deste a Penina, sua mulher, e a todos os seus filhos e filhas. A Ana, porém, dava porção dupla, porque ele a amava, ainda mesmo que o Senhor a houvesse deixado estéril. Após terem comido e bebido em Siló, estando Eli, o sacerdote, assentado numa cadeira, junto a um pilar do templo do Senhor, levantou-se Ana, e, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente.” Apesar de ser muito amada pelo esposo, Ana chorou o choro de u